Pensava que era o tudo ou nada. O agora. O mudar para sobreviver.
Não esperei que tardasse a ver a diferença; a sentir as alterações; a desmistificar o que sou.
Mas quando se procura alcançar algo verdadeiro, palpável, sincero, o tempo passa devagar. Não há pressas, e assim mesmo tem que ser.
Porque quando procuramos a libertação das dores de um crescimento de espírito, somos obrigados a lidar com a inevitabilidade das horas perdidas.
Mas agora, hmmm, agora... Pinto discretamente as cores da felicidade na tela da vida, aprendendo com os mestres da natureza e da humanidade.
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